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27 de outubro de 2010

pé de pau

                              compreendo a existência de duas formas de amar: uma, incita o medo, como estratégia para conservar o amado sempre por perto,                  para que ele não vá muito longe; outra, a forma de amar em que creio, protege a liberdade e estimula o crescimento,                        não afugenta, mas dá asas: é o amor além de mim e pelo próximo.


o deus que amarra os pés é um ídolo: inspira o temor.

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